sábado, 16 de março de 2013

Mundo de Sonhos - Capítulo 1: Lembranças


Seus grandes olhos castanhos se abriram. Ele se sentia estranho. Mas, quem era ele? Nem ele sabia. Ele se sentou na cama. Olhou ao redor. Onde estava? Porquê estava ali? Qual era seu nome? Ele nada mais sabia. Mas, por algum motivo, sabia que uma pergunta nunca seria respondida. Quem era? Uma pergunta tão simples, curta e direta.

Continuou olhando ao redor. Reconhecer tudo aquilo era difícil. Para ele, estava existindo pela primeira vez. Estava sentindo pela primeira vez. Depois de longos segundos, reconheceu que aquele lugar era seu quarto. Vieram, então, várias lembranças à sua mente. Todas elas, pouco significativas. Conseguia apenas lembrar de coisas em terceira pessoa. Lendo um livro na cama, escrevendo, desenhando...


domingo, 10 de março de 2013

Uma Crônica Qualquer: Religião

A religião, "Oh, a religião", um dos assuntos mais polêmicos que têm. Então por que escolher esse assunto? Exatamente por isso. A religião, uma das formas de explicar as coisas, muitas vezes é o MAIOR fracasso. Elas mandam matar, estuprar, afogar (Exemplo: Igreja Católica na Idade Média), descriminar... As pessoas fazem o "Diabo à Quatro" por um tal de "Deus", que nem sabem se existe! Não existem provas, mas mesmo assim elas fazem tudo isso. Não estou dizendo que é errado ser religioso ou acreditar em uma religião. Estou dizendo que é errado cometer crimes por ela. Por que matar negros? Por que matar mulheres? Por que matar Gays? Por que matar pessoas de outras religiões? Por que matar SERES HUMANOS? Ou melhor: Por que matar?


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

As Crônicas de um Assassino - Capítulo 1: O Carro Preto


Crônicas de um Assassino
Capítulo 1 – O Carro Preto


O carro preto acelerou. Passou violentamente por uma pequena cratera que se abria no asfalto, inundada devido as gordas gotas de chuva que despencavam do céu levemente nublado, espirrando água pela rua já encharcada. A noite, por mais que fosse chuvosa e nublada, ainda apresentava um céu poucamente iluminado com uma lua amarela e cheia se espreguiçando esporadicamente entre as muitas nimbus. Sua fraca luz, combinada com a de alguns postes espalhados pela quadra, era apenas o suficiente para mostrar que o carro era um Peugeot 260. Dentro dele escutava-se apenas o barulho das gotas de chuva batendo fortemente contra a lataria.